Para expressarmos o mundo, temos de nos sentir envolvidos com aquilo que descobrimos no visor…

“Para expressarmos o mundo, temos de nos sentir envolvidos com aquilo que descobrimos no visor. Esta atitude exige concentração, disciplina mental, sensibilidade e senso de equilíbrio geométrico”, disse Henri Cartier Bresson em 1976. Como um de meus primeiros ídolos, Bresson expõe a máxima que me motiva a viver a fotografia como ferramenta de realização, profissional e pessoal.

Fotografar me proporciona uma forma de expressão pessoal única, e acredito que desta forma participo ativamente da construção da memória coletiva. Me faz sentir parte da comunidade, parte de algo maior, responsável pelo legado ao nosso futuro. A forma como acredito ser valorosa para a realização deste objetivo é aliar minha essência e habilidades na arte fotográfica com os objetivos comerciais ou utópicos de pessoas, projetos e empresas que estejam em busca de realizar os seus próprios objetivos.

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